sábado, 4 de septiembre de 2021

GALIZA: Honra e Gloria eterna ao camarada Martín Naya! Lal Salam!!!


Dende o Comité Galego de apoio a Guerra Popular na India sumamonos á profunda dor que sufrimos todos os que compartimos a loita co noso camarada e fundador deste Comité. Prometemos continuar coa nosa solidariedade e apoio a Guerra Popular na India ate o triunfo da Revolución na India. Lal Salam Camarada!!!

Honra e Gloria eterna ao camarada Martin Naya

Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis. (Bertolt Brecht)

Com profunda dor, temos que dar a mala nova da morte do nosso grande camarada Martín Naya. O dia 3 de setembro, depois duma luta intensa contra diversas enfermidades, dando o seu ultimo exemplo de valentia e determinação, tomou a decisão de caminhar pelo sendeiro luminoso da imortalidade revolucionaria.

O proletariado galego em particular e ó proletariado internacional em geral perdeu a uma das figuras mais importantes do maoísmo nestes últimos 40 anos, grande conhecedor das obras do Presidente Mao e do Presidente Gonzalo, assim como de todos os movimentos revolucionários do passado e do presente a nível internacional, era um verdadeiro mestre para as massas e um organizador e militante incansável, foi conhecido como Miguel Alonso para o proletariado internacional realizando numerosos artigos sobre o maoísmo, fazendo grandes aportes a luta ideológica e de duas linhas no MCI, sempre contundente e moitas vezes polêmico, pero sempre com respeito aos camaradas e aberto a corrigir os seus erros, como o Presidente Mao nos ensinou.

O Camarada Martin Naya nasceu o 28 de julho de 1952, começou muito jovem a sua militância política, participando ativamente no PTG (Partido dos Trabalhadores de Galiza/PTE) organização marxista-leninista-pensamento Mao Tse Tung, na cal ostentou vários cargos de representação, assim como na Confederação de Sindicatos Unitários de Trabalhadores CSUT.

Depois do golpe de Deng Xiao Pin muitas organizações abandoaram o maoísmo e muitas se passaram ao revisionismo como no caso do PT. Assim que o Camarada deixou a organização e continuou pensando que as idéias do Presidente Mao eram corretas, como tal seguiu a evolução do maoísmo no mundo, em especial co que sucedia no Peru e no MRI. Foi o camarada que mantivo em alto a bandeira vermelha do maoísmo na Galiza dendê esse momento ate o final dos seus dias. Foi um home que se mantivo firme na defensa do maoísmo com um compromisso e um sacrifício inquebrantável frente a muitos reveses e dificuldades, lutando incansavelmente pelos interesses do povo e pela causa da Revolução Proletária Mundial.

Em 1989 organizou uma serie de palestras na Galiza sob a situação no Peru a cargo de membros do Partido Comunista do Peru.

Em 1993, côa detenção do Presidente Gonzalo, organiza o Comitê Galego de Emerxencia, para defender a sua vida. Realizando com outros camaradas, muitas atividades durante a duração do Comitê, palestras do advogado da Delegação Internacional Miguel Arnau, concentrações diante do Consulado peruano na Corunha, recolhida de assinaturas, concertos e mesmo recitais poéticos de poemas de Cesar Vallejo. O camarada sempre foi firme na defessa do Presidente Gonzalo e no seu pensamento, como mando e guia da Revolução no Peru e denunciando as patranhas dos genocidas Fujimori-Montesinos e combatendo a LOD com todas as suas forças.

No ano 1993 cria Correo Vermelho como aparato de propaganda do maoísmo internacional.

No ano 1996 inicia-se a guerra popular no Nepal, e pouco depois organiza o Comitê Galego de apoio a Guerra Popular no Nepal, que fará campanha de agitação por diversos lugares de Galiza, ate a rendição e claudicação do Partido Comunista maoísta dirigido pelos traidores e renegados Prachanda-Batarai. O camarada assumiu em primeira pessoa o erro de não ver antes a traição no Nepal.

No 2006 funda o Comitê de Luita Popular “Manolo Belho”, a primeira organização m-l-m na Galiza.

No ano 2008 cria o Dazibao Rojo, convertendo-se num dos referentes informativos do maoísmo no mundo em língua castelá.

No ano 2010 organiza com outros camaradas o Comitê Galego de apoio a Guerra Popular na Índia.

No ano 2012 funda cós seus camaradas do CLP “MB” o Comitê de Construção do Partido Comunista maoísta da Galiza. Sendo o camarada um dos maiores impulsores pela realização duma única Conferencia Internacional Marxista-Leninista-Maoista Unificada ate os seus últimos dias.

No ano 2014 funda com outros camaradas o Movimento de Luta Popular, como organização de massas. Convertendo-se durante vários anos no referente da luta popular na Corunha. Destacando a luta contra os despejos, a corrupção e a luta obreira assim como a solidariedade coa luta do povo brasileiro contra a Copa do Mundo ou a gira do MFPR da Italia.

Em 2018 organiza o Grupo de Estudos Marxistas do C.S. A Comuna de A Corunha.

Sim, camaradas, o maoísmo perdeu a um dos seus imprescindíveis, a um grande dirigente, más o seu exemplo de estudo, trabalho, compromisso e firmeza ideológica ficaram para sempre na memória das massas exploradas e povos oprimidos do mundo.

Dendê o Comitê de Construção do Partido Comunista maoísta da Galiza prometemos continuar o seu exemplo maoísta, manter bem alta a bandeira do maoísmo, lutar por uma única Conferencia Internacional Maoísta Unificada e construir o Partido Comunista maoísta da Galiza como ferramenta fundamental para construir o Exército e a Fronte e por médio da Guerra Popular criar a Republica Socialista Galega como base de apoio da Revolução Proletária Mundial.

Honra e Gloria eterna ao camarada Martin Naya!!!

Camarada Martin Naya Presente na Luta!

Viva o Marxismo-Leninismo-Maoísmo!!!

Viva a Revolução Proletária Mundial!!!


Comitê de Construção do Partido Comunista maoísta da Galiza

viernes, 6 de agosto de 2021

INDIA: Espionagem na internet e a prisão de ativistas e democratas na Índia (AND)

 

Os 16 presos em conexão com o caso Elgaar Parishad. Um deles, o padre Stan Swamy, faleceu sob custódia. Foto: The Wire.

O recente escândalo do spyware Pegasus [1] revelou que um dos países que mais o utilizou para investigar e monitorar jornalistas, advogados do povo, ativistas, democratas e opositores do regime foi a Índia. Isso demonstra como o velho Estado burguês-latifundiário indiano lança mão da espionagem para prender qualquer crítico do sistema de exploração e opressão.

Tamanha interferência na privacidade alheia, utilizando softwares caríssimos de monopólios israelenses (como é o Pegasus) se dá diante da necessidade do velho Estado em aplastar a ferro e fogo a Guerra Popular Prolongada, desenvolvida pelo Partido Comunista da Índia (Maoista), além de impor a repressão contra outros levantes espontâneos das massas, empurradas à luta pela miséria e o corte cada vez maior de direitos básicos.

Particularmente, a utilização do Pegasus está diretamente ligado com a prisão de democratas e ativistas no caso “Bhima Koregaon”. 

O caso Bhima Koregaon leva o nome do vilarejo onde ocorreu um evento em homenagem aos 200 anos da Batalha de Karegaon, um destacamentos de Dalits venceu o exército de um clã de Brâmanes. O evento exaltou a luta anti-casta no lugar onde ocorreu a batalha de grande importância para as massas. 

O evento foi organizado por uma coalizão de cerca de 250 organizações populares e contou com mais de 35.000 participantes e contou com os mais variados ativistas dos direitos dos povos, como advogados, poetas, intelectuais, estudantes, entre outros, no dia 31 de dezembro de 2018. No dia seguinte ao evento, elementos da extrema-direita insuflados por lideranças fascistas com conexões diretas ao primeiro-ministro Narendra Modi criaram caos no local e se chocaram com as massas populares. Ativistas e democratas que sequer tomaram parte nos enfrentamentos foram presos.

Entretanto, os celulares de muitos desses ativistas já se encontravam infectados com o Pegasus antes mesmo desse acontecimento, sendo o evento na Paróquia de Elgaar o pretexto para realizar as prisões na tentativa de os arrancar da luta popular. O caso ficou conhecido como Bhima Koregaon (vilarejo do evento), ou como Elgaar Parishad (Paróquia de Elgaar, onde aconteceu o evento)

Foram encontrados os números dos seguintes ativistas e acusados no caso de Bhima Koregaon nos documentos vazados do monopólio israelense Grupo NSO, responsável pelo Pegasus: Hany Babu MT, professor da Universidade de Delhi; Rona Wilson, ativista pelos direitos dos prisioneiros políticos e de guerra; Vernon Gonsalves, ativista, acadêmico e dirigente sindical; Anand Teltumbde, acadêmico e ativistas das liberdades democráticas; Shoma Sen, professora assistente e chefe do departamento de literatura inglesa da Universidade de Nagpur e ativista pelos direitos das mulheres; Gautam Navlakha, Jornalista e ativista democrático; Arun Ferreira, advogado do povo; Sudha Bhardwaj, ativista e advogada do povo; Lalsu Nagoti, advogado democrático.

Além disso, também eram monitoradas pessoas próximas aos acusados do caso de Elgaar Parishad: Pavana, filha do poeta telugu Varavara Rao, acusado no caso; Minal Gadling, esposa do advogado Surendra Gadling; Nihalsing Rathod, advogado e associado de Surendra Gadling; Jagadish Meshram, outro advogado associado a Surendra Gadling; Shalini Gera, advogado que representou Sudha Bharadwaj; Ankit Grewal, um associado advogado próximo de Sudha Bharadwaj; Jaison Cooper, ativista e democrata de Kerala, que é amigo de Anand Teltumbde. 

Um texto publicado no blog internacionalista dazibaorojo (LINK) repercutiu a denuncia afirmando que malwares também haviam sido implantados nos computadores de Rona Wilson, Sudha Bharadwaj e Surendra Gadling e documentos falsos inseridos no computador de Stan Sawamy, padre democrata e ativista indiano que morreu sob custódia aos 84 anos de idade, após ter sua fiança negada diversas vezes por suspeita do tribunal de que não estivesse, de verdade, com a sua saúde comprometida.

Azadi, em nota sobre o vazamento dos documentos referentes ao Pegasus, denuncia: “É bem sabido que Modi é um hooligan [vândalo] da espionagem e do controle” e relata que em dezembro de 2018, dez agências nacionais foram autorizadas a espionar qualquer cidadão para garantir que as “leis estão sendo cumpridas” e a “integridade do país não está em perigo”. O Serviço de Inteligência (SI), o Serviço Central de Investigação (SCI) e a Agência Nacional Investigativa (ANI) estão entre essas dez. 

Além disso, ele acrescenta que “o governo tem tentado impor uma carteira de identidade digital e sem a qual não seria possível abrir conta em banco, ter acesso a serviços públicos, etc ... por fim, o Supremo Tribunal Federal determinou que não era obrigatório, mas sim assim, os bancos e outros serviços públicos continuam a solicitá-lo. Com a pandemia, o governo criou um aplicativo que não serve para nada, exceto para manter os cidadãos sob vigilância com ou sem vírus, um aplicativo que o governo ‘ordenou’ para baixar. Esse aplicativo era simplesmente um aplicativo de monitoramento e controle”.


NOTAS:

[1] Pegasus é uma ferramenta de spyware (software de espionagem) com recursos de acesso remoto, criada pelo monopólio israelense Grupo NSO. É capaz de extrair informações do telefone, monitorar conversas que ocorrem em aplicativos como WhatsApp e Facebook, monitorar e-mails e atividades do navegador, gravar chamadas e espionar vítimas por meio de seu microfone e câmera, além do GPS. 

No mundo da segurança cibernética, o Pegasus é considerado uma vulnerabilidade “zero-click” e “zero-day”, o que significa que não requer interação do usuário para ativá-lo. Ele é espalhado por SMS e iMessage por meio de um link, tornando-o excepcionalmente fácil de se espalhar.

lunes, 5 de julio de 2021

ÍNDIA: Padre Stan Swamy não morreu, foi assassinado pelo Estado



O homem do povo ... o ativista tribal ... o ativista ... Padre Stan Swamy não existe mais. Ele morreu hoje às 13h30 no Hospital da Sagrada Família. Stan Swamy, de 84 anos, que estava na Prisão de Taloja no caso Bhima Koregaon, sofria de uma doença grave. Ele tinha doença de Parkinson. A coroa também veio no meio. Stan Swamy não estava em condições de segurar um copo e até mesmo beber água fresca. O tribunal da NIA recusou-se a conceder fiança a Swamy, apesar de estar muito doente. Stan Swamy, que está ligado a um fã há dois dias, fechou os olhos hoje.

Pai cristão Stan Swami de Jharkhand. Ele viveu para os Adivasis toda a sua vida. Alguém que lutou constantemente pelos problemas dos Adivasis e por seus direitos. Os governantes o rotularam de maoísta, que considerava maoísta qualquer pessoa que fosse honesta com o povo. O caso Bhima Koregaon (Elgar Parishad) contra Stan Swamy também foi movido contra muitos intelectuais sem qualquer evidência.

Embora sua saúde na prisão tivesse piorado completamente, os funcionários da prisão o ignoraram. O NIA lançou uma campanha contra todos os envolvidos no caso Bhima Koregaon. Recentemente, quando o juiz falou com Stan Swamy em uma videoconferência, Swamy disse ao juiz: "Vou morrer na prisão". Hoje isso se tornou realidade.

http://avaninews.com/article.php?page=3151 

domingo, 4 de julio de 2021

INDIA: PCI (Maoista) denuncia e combate ofensiva da Operação Samadhan (AND)

Em documento compartilhado em março de 2021, o Comitê Central (CC) do Partido Comunista da Índia (Maoista) denunciou a nova ofensiva da Operação contrarrevolucionária Samadhan, que, por sua vez, é a continuação das práticas genocidas da Operação “Caçada Verde”. 

Conforme denunciado em AND 220: “A estratégia do velho Estado indiano, encabeçado hoje pelo Narendra Modi, é aniquilar todos os membros do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigidos pelo PCI (Maoista), até o ano de 2022”, data fixada para a conclusão da ofensiva. 

Esta avaliação mantém-se inalterada, com o adendo de que a Samadhan já representa uma rotunda derrota da reação, uma vez que vem sendo duramente golpeada pela contraofensiva tática dos revolucionários maoistas e levantes camponeses. Nelas, o peso das massas da Índia, com mais de 1,3 bilhão de habitantes –  em sua maioria camponeses povos oprimidos –, se expressa constantemente. 

 

HISTÓRICO GENOCIDA E FASCISTA 

A Operação “Caçada Verde”, sob os ditames do imperialismo ianque (Estados Unidos, USA), tinha o objetivo de “separar as massas da guerrilha”. Consequentemente, a guerra é travada contra o povo, e qualquer avanço da reação tem o genocídio como resultado, como comprovado pelos deslocamentos involuntários, invasão de comunidades adivasis (população originária), campos de concentração e campanhas de esterilização forçada, em uma tentativa de eliminar a base de massas da revolução, uma vez que o EGPL é composto principalmente de adivasis e dalits. 

A Operação também fez uso da política de exterminação contra prisioneiros políticos, mantendo-os sob cárcere em condições subumanas, além da tortura e assassinato a sangue frio de ativistas sob forjadas “trocas de tiros”, maquinação que visa ocultar os crimes perpetrados contra supostos “suspeitos de maoismo”. 

 

SITUAÇÃO ATUAL 

Tal histórico serviu de experiência para a construção da Operação Samadhan: iniciada em julho de 2020, a agressão policial intimidou e encarcerou ativistas sob a justificativa de serem “simpatizantes do maoismo”, política de repressão acentuada em 2021, em clara tentativa de silenciar o movimento revolucionário. 

No campo diretamente militar, a reação empenha-se em seus crimes contra o povo, ao enviar recentemente  2 mil soldados aos distritos de Sukma-Bijapur e forjar “trocas de tiros” para executar “suspeitos de maoismo”. Recorrem inclusive a ataques com drones e bombardeamentos, nos quais o caráter anti-povo do Estado fascista indiano se expressa, tirando inúmeras vidas para suprimir a revolução, tal como em ofensiva realizada às 3 da manhã, com lançamento de 12 bombas em área civil, localizada no vilarejo de Bothalanka, distrito de Bijapur, onde maiores danos foram evitados graças a ação rápida das massas e do EGPL, que conseguiram evacuar possíveis vítimas à tempo. 

Estas atividades são resultado das conclusões recentemente extraídas pela reação, de que “é necessário maior proatividade” de suas forças; sinais claros de uma nova ofensiva contrarrevolucionária, além de uma importante confissão: os revolucionários detêm a iniciativa no confronto. 

 

OFENSIVA TÁTICA REVOLUCIONÁRIA 

O CC do PCI (Maoista) emitiu apelo público aos revolucionários, democratas e progressistas da Índia, expondo que o Exército nacional contrarrevolucionário da Índia está sendo utilizado contra o EGPL e o próprio povo indiano há mais de 15 anos, sob a mentira de serem Guardas Distritais da Reserva (GDR). 

Frente a tais condições, o EGPL mantém sua cabeça erguida, realizando a tática de expandir e intensificar a luta de classes e a guerra de guerrilhas em todo o País para derrotar a ofensiva contrarrevolucionária Samadhan, em perspectiva da passagem do EGPL para Exército Popular de Libertação (EPL), identificando as debilidades atuais do movimento em seguir “as leis do desenvolvimento da guerra de guerrilhas e métodos clandestinos de organização”, debilidades retificadas e combatidas em ações recentes, com o expurgo e execução de informantes e agentes secretos infiltrados no EGPL e PCI (Maoista). 

Além disso, inúmeras atividades de guerrilha foram realizadas nos últimos meses, com enfoque particular em ataques de minas e explosivos, informado pela Comissão Militar Central (CMC) do EGPL como parte de maior desenvolvimento das táticas da guerra de guerrilhas, impedindo a organização do inimigo através do fustigamento constante. 

Em uma ação deste tipo em particular, cinco oficiais da GDR foram mortos, e outros 13 foram feridos pela explosão, precedente para uma emboscada, realizada pelo EGPL durante ação de contra-insurgência em 3 de abril, com mais 28 aniquilados e 31 feridos, maior ação de violência revolucionária desde 2017. O EGPL aniquilou um total de 46 reacionários e feriu 66 nas ações dos meses de março e abril, quatro dos quais foram sentenciados pelo Tribunal Popular, além de capturar 14 armas automáticas e mais de 2 mil munições, dentre outros itens, e enviar 100 combatentes para a região de Madhya Pradesh com fim de estabelecer novas Bases de Apoio, de acordo com a imprensa reacionária. 

 

A ÍNTIMA RELAÇÃO ENTRE O EGPL E AS MASSAS 

Em entrevistas com membros do EGPL realizadas pela revista People’s March, foi demonstrada a conexão deste com o povo através de atividades de alfabetização, saúde popular, atividades agrícolas, culturais e das milícias populares para autodefesa dos povos e camponeses. Cabe destacar que, ao serem questionados se é verdade que as massas indianas estão presas no fogo cruzado entre a polícia e o EGPL, os combatentes responderam, em unanimidade: “Isso é absolutamente errado. O EGPL é o povo. Os massacres [perpetrados pela polícia] foram promovidos contra o povo, porque o povo e o EGPL são a mesma coisa. Os maoistas não estão na selva, eles estão entre o povo”. E que: “O EGPL nasce, cresce, protege e é protegido pelo povo, [que se] entusiasma com as conquistas do EGPL e alistam cada vez mais seus filhos ao Exército”. 

Outro aspecto relevante demonstra-se na defesa do Novo Poder pelas próprias massas. Na vila de Pandeydih, considerada pela reação como uma “fortaleza maoista”, cerca de mil habitantes, em sua maioria mulheres, realizaram um ataque armado à delegacia de polícia local, visando impedir a instalação de novos postos policiais. Estas ações decisivas mostram o quão profundamente o PCI (Maoista) está ligado às massas, e soma-se à crescente resistência popular contra postos e delegacias de polícia em toda a Índia, unidos sob a palavra de ordem: Não precisamos de postos policiais, nós precisamos de escolas e hospitais!. 

Além disso, as últimas manifestações e greves gerais realizadas na Índia gozaram do apoio do PCI (Maoista), que, além de organizar greves gerais, continua a expor o governo de turno fascista, “servo obediente dos imperialistas e dos grupos compradores”, aos quais a Índia está sendo vendida. Segundo  declarações do PCI (Maoista) à imprensa do Estado de Telangana, os revolucionários são sempre apoiados pelas massas, tal como nos grandes levantes camponeses do início de 2021, que ergueram a bandeira da liberdade aos presos políticos.

lunes, 7 de junio de 2021

INDIA: Protest Indian Prime Minister's Programmes at Portugal to Sell the Indian resources to EU and Make Agreements in Military Front (30 April)


O 30 de abril o PCI (maoista) publicou un comunicado chamando a mobilización contra da visita de Modi a Portugal, respaldando así a campaña prolongada iniciada polo noso Comité o 5 de abril.

COMMUNIST PARTY OF INDIA (MAOIST) Central committee

Protest Indian Prime Minister's Programmes at Portugal to Sell the Indian resources to EU and Make Agreements in Military Front

Dear Comrades and friends of Indian Revolution at abroad particularly EU and Britain, Red Salutes

On behalf of Central Committee I appeal all of you and to the oppressed people, proletariat of EU especially Portugal to protest and resist Brahmanical Hindutva Fascist Indian Prime Minister Modi's visit to Porto of Portugal to participate in a meeting between EU and India on 8th of May which is aimed to make commercial and military agreements to serve the Imperialist interests which are in essence will only pave the way for the loot and plunder of Indian people and against the interests of the working class people of Portugal and EU.

Now my country is facing very severely the 2ndwave of Corona pandemic crisis. Yesterday it has broken all time record with more than 3 lakh infected cases within 24 hours. The people are under severe panic. But country's Prime Minister did not bother about it and he is too busy in his routine election business and his Make in India flagship programme. The above said meeting is also part of it. In India the central and all States governments are limited to the only propaganda against pandemic. Newly invented Corona vaccine has been made a competitive commodity in the market. Our Party is seriously condemns the government attitude towards the people of the country.ndian peasants are on strike since last 26th November (Indian Constitution Day) against central government's farm laws which are passed in benefit of big corporate houses. So many small and middle class businessmen were lost their businesses due to Modi's demagogic and genocidal economic policies like demonetisation and GST. These people's businesses were very badly affected due to lockdown in 2020. Now they are against to lock down and decided to go on protest against it particularly in Maharashtra. Students and progressive intellectuals all over the country are bitterly opposing the new national education policy which is upholding the Hindutva, privatisation-corporatisation and extreme centralisation thought. proletarian of the Country is opposing the government’s LPG policies, pro capitalist changes in Labour laws. Democratic, secular, progressive sections are strongly opposing the CAA and other such acts which are against the spirit of the pro people aspects of the Indian constitution and completely based on so-called hindu majoritarian religion.The Indian indigenous people are demanding to implement the government laws like PESA and New Forest Act-2006 to get their rights on Jal (water), Jungle (Forest), Jameen (Land). But all the governments are implicating them under draconian laws and punishing them. Our Party-CPI (Maoist) strongly condemns all the anti-people policies of the Central and State governments. In Modi Raj number of democrats and secularists, pro people historians, intellectuals, writers, artists, rationalists, advocates and journalists were arrested and their voices were suppressed. Some pro people intellectuals were assassinated like Gouri Lankesh, Govind Pansare, Kalburgi and Narendr Dabholkar. Mob lynching cases are growing year by year. In Indian caste society the dalit and the muslm community people are becoming victims to it. Our Revolutionary Mass Organisations are building the mass movements with genuine demands of the people along with democrats and pro people elements. This has become unbearable to the exploiting ruling classes particularly reactionary Hindutva forces which are in power at Centre and States. They are branding them as Urban Maoists and suppressing their voices and haunting them. Now dozens of Mass Organisation’s leaders are behind the bars. As you know our Party is building the revolutionary movement in India since last five decades. Peoples Liberation Guerrilla Army is leading the Armed Struggle under the leadership of our party. But the Indian ruling classes those are collaborated with their imperialist masters particularly US imperialists are trying to root out our party and the revolutionary movement. They deployed more than 6 lakhs police and para - military forces which are well trained in counter insurgency guerrilla warfare. Since 2017 their country wide Counter Guerrilla Operation SAMADHAN is going on with five years target of moping of the movement. Especially since last one year the cover of operation Prahaar they are raising war against us and people. Our PLGA dedicatedly and determinedly resisting it along with revolutionary masses. Recently it ambushed the notorious DRG (District Reserve Group) and other state and central para military forces at Kadenaar (Narayanpur District, Chattisgarh), Jeeraguda (Bijapur, Chattisgarh) and West Singhbhum (Jharkhand) to protect the people's power i.e. Revolutionary Peoples Committees and revolutionary movement. We lost more than 1,000 lives of our cadres including Party leaders, PLGA fighters and revolutionary masses in fascist Modi Raj since 2014. The Indian Home Minister hypocrite Amit Sha and the Chattisgarh State's Chief Minister Bhupesh Bhagel have jointly decided to send more police forces to take revenge on revolutionary people. They are very eager to start even air strikes. Maharashtra Chief Minister Uddav Thakre has already said that Maoists are more dangerous than Covid-19 and provoked the C-60 Commandos to continue their combing operations in Gadchiroli Jungles. Since more than last two decades the strategic areas of our revolutionary movement have become as an undeclared war zones. Massacres and Khaki gang rapes are going on and countless police atrocities are being committed on people. They are intensifying all these anti people activities to suppress the revolutionary movement. So, at last I appeal all the comrades and friends of Indian Revolution at abroad, the proletarian masses of EU especially of Portugal to protest and resist the fascist Indian Prime Minister's Portugal visit which is aimed to loot India more and more by EU.

With Revolutionary Greetings, Abhay, Spokes Person, Central Committee CPI (Maoist)

jueves, 6 de mayo de 2021

INDIA: Palabras de Azadi (crónicas dende a India.1) India é vermella, pero pola sangue dos mortos a consecuencia dun goberno inepto.

 


Un día de maio, calquera día desde que o inferno se desatou en forma de pandemia incontrolada porque o goberno de India teña outras prioridades que un virus que, aparentemente non afectaba ao país, aínda que houbera un informe datado en novembro do 2020 que avisaba do cru que seria a chamada segunda onda e o  cal  ignorouse porque non  encaixaba nos plans do goberno.

No informe se avisaba da falla de camas e á fala de oxíxeno.

https://www.newslaundry.com/2021/04/28/mps-panel-predicted-second-covid-wave-in-november

Esta chamada segunda onda, está sendo fatal para unha poboación xa gravemente afectada tra la chamada primeira onda debido a un confinamento imposto con só unha xanela de catro horas e que, afectou de cheo aos chamados temporeiros que quedaron sos e sen medio de subsistencia, sen axudas… ata que a presión popular fixo reaccionar aos diferentes gobernos, pois foi a sociedade civil a que creou cadeas de axuda de todo tipo para tratar de aliviar aos afectados.



India 2020. Enriba, móstranse as tumbas de aqueles que morreron debido á pandemia. Na parte inferior, os mortos debido á pobreza.

https://www.bbc.com/news/world-asia-india-52086274

Ademais, a chamada primeira onda empregouse para culpabilizar aos musulmáns no só da pandemia se non da súa expansión.

O mencionado informe foi ignorado porque había eleccións á volta da esquina en cinco estados, nos cales o goberno estaba interesado só en gañar a calquera prezo e dando igual si había xente asasinada por pertencer a unha minoría ou asasinada por un virus que o partido no goberno propagaba a través de mitins políticos multitudinarios.



O home da foto é o ministro do Interior:  Amit Shah e a foto pertence a un dos mitins políticos organizados polo partido do goberno no estado de West Bengal (un dos seus principais obxectivos).

Ademais, o goberno decidiuse adiantar, avisado polos astrólogos, o maior festival relixioso da India porque o ano que ven que é cando tiña que celebrarse, os astros non serían favorables.

https://thewire.in/government/kumbh-2021-astrology-mortality-and-the-indifference-to-life-of-leaders-and-stars

 "Adiantouse" un ano, 2021, porque as "configuracións astrolóxicas" do "Sol entrando en Aries" e "Xúpiter entrando en Acuario" se daban en 2021. Isto sucede unha vez cada 83 anos, e debese á necesidade de conciliar as cartas de configuración astrolóxica co calendario de uso regular.

O festival , que empezou en xaneiro, rematou o pasado mes de abril en Haridwar (Uttarakhand) e, aínda que se anunciou o incríbel incremento de afectados polo virus, o festival non só non se suspendeu, se non que se permitiu que miles de persoas ( entre 900 mil e dous millóns )se bañaran no río Ganges pola súa salvación nos días mas importantes.

Á par que as campañas políticas e os festivais relixiosos, o modo de gobernar mantívose e mantense estilo hindutva é dicir: arresto de disidentes, encarceramento de estudantes, periodistas, profesores…máis aqueles que difundan nas redes sociais chamadas de auxilio pedindo camas, oxixeno, medicamentos ou simplemente denuncien á realidade….

Hoxe na India, os berros pola vida confúndense no aire con ós lamentos polos mortos e o fume das piras funerarias é o nexo entre tanta desesperación.

É por iso que: